Adela Figueroa Panisse- Nestes tempos andam a levantar-se diferentes pro-postas e queijas, na Galiza em Lugo acerca do desleixo en que a administração do estado está a manter com a nossa cidade e a nossa província.
Relativas ao Trem de Alta velocidade comummente chamado AVE.
Desde o nosso ponto de vista ecologista o Trem é o médio de transporte mais econômico, seguro e ecológico. Ainda o mais perdurável no tempo, porque pode ser electrificado, mantendo-se independente dos combustíveis fósseis, que como se sabe têm atingido o seu pico de reserva já.
Mas nos nom defendemos as linhas chamadas de Alta Velocidade e sim as tradicionais já construídas ou reformadas para dar maior serviço a nossa população e facilitar a integração do nosso território.
Temos linhas que unem Lugo com Monforte desapreçadas e infra utilizadas. Este caminho está já feito. O território já foi agredido para a sua construção em seu momento.
Há muita gente que se desloca a diário entre Monforte e Lugo, e, mais ainda, entre Sárria e Lugo.
Na atualidade nom o fazem muitos em comboio, porque este não dá bom serviço. O tempo de viagem é menos de uma hora( entre 59 minutos e 53). parecido ao que levaria de ser em carro privado .O preço da viagem varia desde 6,30 euros o de media distancia até 15,10 se for Tren Hotel.Bem menos que o custe da gasolina e o risco que implica andar em coche.
Desde Monforte podemos ir a case todas partes. Só que os horários têm que ser funcionais, para que a viagem, , por exemplo de Lugo a Vigo, não dure como agora 5 horas ( o mesmo que de Lugo a Madrid).
Os caminhos de ferro, quando se cuidam são rendíveis. Assim por exemplo a linha Corunha-Vigo é a de maior beneficio do Estado Espanhol. Em 2 de setembro de 2015 registaram-se, nesta linha, mais de um miliar (1 000.000.) de viageiros em 5 meses.
Certamente , a população de Lugo é muito menor que a do corredor Atlântico, mas o numero de deslocações na linha interior é grande. Há muita gente que trabalha em Lugo vivendo em Sárria e Monforte. E vice-versa.
Pola contra, não há tanta gente que tenha que ir a Madrid desde Lugo. O serviço poderia melhorar, mas nada há que justifique o destroço ambiental de construir um AVE para Lugo.
A nossa proposta é de aproveitar ao máximo o que já temos. E melhorá-lo, fazendo uteis os caminhos de ferro já tracejados. Parece um desproposito construir viadutos para um ave que nunca vai voar, e nom ter electrificadas as linhas já existentes.
Ainda poderiam ser projetadas outras, necessárias para o desenvolvimento de Lugo, como a linha Lugo-Santiago.
Esta é uma grande eiva que tem Lugo e que a discrimina fortemente com qualquer das outras capitais galegas. Um enlace entre Curtis ( na linha Lugo- Corunha) e Lavacolha implica uns 40 Kilometros, bem menos caro e com menor impacto ambiental que a construção duma linha de alta velocidade. Ainda , deveria de haver um trem lançadeira entre Compostela e Lavacolha que mantivesse bem comunicada a Capital da Galiza com seu aeroporto. E a gente de Lugo também.
A construção de linhas de alta velocidade implica um grande esbaldimento de recursos. Econômicos e ambientais. Os econômicos geram grande desconforto e mal-estar, mas os ambientais são irreparáveis.
A nosso custo sabemos que o negocio para grandes companhias construtoras e para políticos de turno , está sempre nas grandes obras. Querem ter algo magnífico para mostrar aos eleitores. Querem satisfazer os seus egos e passar a historia , e querem parte do botim que se esconde nestes projetos.
Mas já tivemos abundo deste exemplos de malas práticas de governo e ambientais. Cidades da Cultura, portos desportivos, passeios marítimos e fluviais que nom levam a nenhures, autoestradas infra utilizadas, e custosas de manter, etc.
Não seria chegado o tempo do sentido comum? De aforrar os nossos recursos, quer econômicos quer ambientais? De dar serviço as populações e não a megalomania?
Galiza produze mais eletricidade da que consume. Mas é a última em electrificar as suas linhas de caminhos de Ferro.
Nos propomos um Trem do Povo. Electrificado, versátil, e conectivo. Barato e útil. Que conecte o País verte brando-o. E sem por isso por em causa a nossa conexão com o resto do mundo.
Desde Ferrol pode-se chegar , por Trem até San Sebastian. As linhas estão feitas. O destroço ambiental necessário para transformar esse caminho numa linha rendível não é demasiado alto.
Também está feito o caminho de Ferro entre Lisboa e Corunha.
A Lugo faltar-lhe-ia ser conectado com a sua costa. Com Viveiro ou Ribadeo.
Estas linhas que propomos desde o ecologismo implicam uma boa administração dos nossos recursos. Não um derroche. Reclamemos um serviço ágil com Madrid, mas também com Ourense, Monforte, Vigo e , como não com a fronteira francesa e a portuguesa. E, sobre tudo, reclamemos ser considerados como cidadãos da mesma categoria que os outros do estado espanhol, electrificando as nossas linhas. Já que eles se beneficiam da eletricidade que se produz aqui, bem deveria de ser que nós tivermos as nossas linhas bem electrificadas com a energia que produzimos a custo do nosso ambiente.
Tenham em conta que Madrid tem todos os seus serviços de cercanias com tarifas eléctricas subvencionadas. Essa electricidade produze-se em Galiza e noutros pontos do estado Espanhol. Somos os pobres esquecidos que subvencionamos as perdas de eletricidade provocadas por transporte. Desde a periferia até o centro improdutivo da península ( Madrid)
Temos no Estatuto de Autonomia galego reconhecido o nosso direito a planificar as nossas vias de transporte quer estradas quer caminhos de ferro. Haveria que reclamar essa competência já reconhecida no estatuto. E planificar a nossa rede ferroviária conforme aos interesses da Galiza. No seu conjunto. Sem nos deixar deslumbrar por grandes aparências que nada vão resolver na nossa cotidianidade nem na nossa economia.
Numa politica de transportes bem integrada é fundamental por todos os nós de comunicação em contacto. Estações, portos e Aeroportos. De Vigo sai uma das autoestradas do Atlântico mais importantes que conecta este porto com Nantes em Bratagne e um comboio que vai até Lisboa. Nom estamos isolados. Estamos num lugar estratégico do mundo. No meio do Atlântico. Todo o trafico europeu passa por diante do nosso nariz. Tiremos proveito disso valorizando bem as nossas opções.
Nom repitamos erros traumáticos como o do Alvia a Compostela, incompleto, zurzido e de má qualidade que custou a vida a mais de 160 pessoas. O importante sempre é chegar. Não que isso se faça uma hora ou uns minutos antes, se não se reúnem as condições minimas de segurança.
Conselho desde aqui ver o filme documental premiado em múltiplos certâmens de cine, FRANKENSTEIN 04155. Lá se refere com critério científico todo o acidente do Alvia em Angrois. E dá para tomar lições e nom voltar a cometer erros tão graves e que custaram tantas vidas.






















Cómpre sinalar que este produto conta cun distintivo de calidade diferenciada, a Indicación Xeográfica Protexida Faba de Lourenzá, un dos 36 selos recoñecidos en Galicia que amparan a súa excelencia. Neste sentido, a Xunta vén de lanzar a nova marca Aquí Sabemos, coa que se busca reforzar o coñecemento e a identificación por parte dos consumidores dos produtos alimentarios galegos protexidos por figuras de calidade diferenciada.
Co sol ocultándose e a lúa asomando entre as torres de Donlebún, o músico e divulgador reivindicou o poder evocador e transformador do bravú fronte á morriña paralizante. Na sala de lectura da biblioteca, Souto explicou a evolución do rock bravú no imaxinario galego, evocando as músicas populares que acompañaron durante décadas os remolques dos pascualiños e os labores comunitarios, e lembrando a vitalidade de grupos como Skornabois, Diplomáticos de Monte Alto, Xenreira, Zënzar, Pinto de Herbón ou os Rastreiros. A boa lembranza da súa anterior visita levou ao artista a pechar a velada interpretando o “Himno de Ribadeo”, composto por Arturo Mogo, nun final cheo de afecto pola vila e pola súa identidade cultural.
O evento ofrecerá mel, produtos de tempada, artesanía, gastronomía e outras propostas locais. O Concello do Valadouro mantén aberto o prazo de inscrición para persoas e empresas expositoras, que poden presentar a súa solicitude na sede electrónica ou nas oficinas do Centro Socio-cultural, Xuvenil e da Terceira Idade “Manuel Lourenzo” ata o martes 6 de outubro, ou ata completar os postos dispoñibles.
Están organizadas por Acisa e financiadas pola Área de Medio Rural e Mar da Deputación de Lugo. 25 locais hostaleiros ofrecen tapas e racións en diversas preparacións. Acisa repartiu entre os establecementos 1.100 quilos de mexillóns para esta cita gastronómica. Ata Ribadeo se achegou o deputado Dani García, que estivo xunto á presidenta e o xerente de Acisa, Carmen Cruzado e Jesús Pérez, e os concelleiros ribadenses Martín Graña e Vicente Castro.
Neste espazo radiofónico Félix Jorquera falou coa alcaldesa de Lourenzá, Rocío López; co concelleiro de Cultura, Manuel Arango; con José Cuadrado, presidente da Indicación Xeográfica Protexida Faba de Lourenzá e pregoeiro desta edición da festa; co chef Pedro Barreira; e con Antonio Irimia, presidente do club VespaFaba & Clásicos, de Lourenzá. Por diante queda toda unha fin de semana chea de actividades arredor da faba de Lourenzá. Os organizadores animan a acudir a esta cita.
Os asistentes puideron coñecer de preto unha particular viaxe que parte de Ribadeo e percorre Galicia en 37 etapas bordeándoa e combinando ciclismo, patrimonio, cultura e paisaxe. Jorge Justo estivo acompañado polo alcalde de Ribadeo, Dani Vega, e por Pablo Mosquera, ex director do Hospital da Costa (agora Hospital Público da Mariña).
Neste curso a actividade estará dispoñible para as nosas pequenas Xoias e para alumnado externo, cunha sesión semanal, a cargo de Yasmin Toledo e Patrícia Sousa, do equipo de Segunda División. O alumnado poderá escoller o seu horario de adestramento entre os luns (16:00 h.-17:00 h., Vista Alegre) e os venres (19:30 h.-20:30 h., Monte Castelo). A actividade terá un custo de 6€/mes para o alumnado da escola laranxa e 24€/mes para o alumnado externo.



